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sobre a empresa

Somos a primeira operadora a ter presença nacional

Com serviços de telefonia e internet, a TIM Brasil tem a inovação em seu DNA e busca potencializar a vida dos usuários da tecnologia.

Acreditamos que a ética na condução dos negócios é condição de sucesso da empresa. Temos o propósito de evoluir juntos com coragem, transformando tecnologia em liberdade, com os mais de 10 mil colaboradores em todo o Brasil, para oferecer serviços de telefonia móvel, fixa e internet de última geração.

Nossos resultados se devem ao empenho de profissionais inovadores que fazem da TIM um lugar cada vez melhor para se trabalhar, colaborar e desenvolver.

Saiba mais sobre a TIM

ATUAÇÃO EM ESCALA GLOBAL

Cobertura 4G no exterior

  • Maior cobertura 4G do Brasil
  • Cobertura em mais de 3.500 cidades no Brasil
  • Cobertura em mais de 2,7 Milhões de domicílios

CONHEÇA MAIS

A TIM em números

Um novo mundo nos espera, cada vez mais digital.

A TIM vai além da conectividade, garantindo a continuidade do trabalho e do aprendizado, rompendo barreiras geográficas e aproximando pessoas.

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de clientes

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0

colaboradores no Brasil

Maior cobertura 4G:
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E MAIS

Responsabilidade Social TIM

A TIM é a primeira operadora a fazer testes em 5G no Brasil

Em 2019, a TIM instalou a primeira antena de quinta geração para testes em Florianópolis (SC), em parceria com a Fundação Certi e a Huawei. Esse ambiente constituiu o primeiro 5G Living Lab. Outros três laboratórios foram criados em Santa Rita do Sapucaí (MG) com o Inatel, em Campina Grande (PB) em parceria com o Instituto Virtus e a Universidade Federal de Campina Grande, e em São Paulo (SP), no Cubo Itaú. Por meio desses ambientes, habilitou um ecossistema para experimentação e cocriação com múltiplos parceiros, tendo uma academia como ponte para as atividades de conscientização e desenvolvimento. Esse modelo permite conectar usuários finais, pesquisadores, empresas, startups, instituições públicas, entre outros, para validar produtos, casos de uso, serviços e soluções em geral. O projeto de investimento na rede 5G da Companhia foi apresentado no Painel Telebrasil 2019, em Brasília (DF). A rede está sendo testada na frequência de 3,5 GHz. Os testes com a primeira antena de quinta geração do Brasil e o estabelecimento dos laboratórios são parte da estratégia da TIM para disponibilizar o 5G aos seus clientes em 2021.

Eficiência energética

Ciente da relevância do tema para o negócio e para a sociedade, a TIM assumiu compromisso no Plano Estratégico 2020- 2022 relacionado ao uso mais eficiente da energia para o tráfego de dados, aumentando a eficiência em 75% até 2025. Como parte da sua estratégia de gestão de riscos, a TIM tem investido na autogeração de energia, por meio de projetos de geração distribuída – modelos de microgeração de energia elétrica por fontes renováveis, como painéis solares, geradores a biogás e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs).

Gestão de resíduos

A gestão de resíduos na TIM tem como objetivo prioritário a redução na geração, considerando a operação em si e o pós consumo. As práticas atendem às determinações da Política Ambiental da Companhia e procedimentos estabelecidos pelo Sistema de Gestão Ambiental, com o objetivo de garantir o uso sustentável e a destinação ambientalmente adequada dos materiais. São ações que incentivam a coleta diferenciada, a recuperação e a reciclagem de materiais, além da logística reversa.

Gestão das emissões

A Política de Gestão da Mudança do Clima da TIM estabelece princípios que devem ser aplicados a todas as atividades da TIM no Brasil com o objetivo de promover a gestão adequada e eficiente das suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). O normativo considera as exigências da legislação nacional e internacional, determinações de órgãos regulamentadores e diretrizes do Grupo TIM Itália. A TIM está engajada no combate às mudanças climáticas.

Sobre o programa

O principal fator de sucesso da TIM é a contribuição dos nossos colaboradores

O principal fator de sucesso
da TIM é a contribuição
dos nossos colaboradores

O Programa de Estágio da TIM busca pessoas criativas, inovadoras e empáticas, apaixonadas por tecnologia e comunicação, que estejam abertas ao aprendizado e crescimento conjunto.

Queremos conectar e incluir toda a diversidade de gênero, pessoas LGBTI+, etnias e raças, gerações e pessoas com deficiência. É um programa em que você poder ser quem realmente é, autêntico em sua melhor versão!

O que importa para nós é a vontade de contribuir e fazer diferente. Queremos pessoas de mente aberta, que sejam colaborativas e realizadoras. Para se inscrever, basta estar cursando o ensino superior e ter pelo menos 3 semestres de estudo pela frente.

Vem com a gente!

PRÉ-REQUISITOS

  • Bacharelado, licenciatura ou tecnólogo em andamento
  • disponibilidade para estagiar de 1 ano e meio a 2 anos
  • Disponibilidade para estagiar por 6 horas diárias de segunda a sexta-feira, em horário comercial

Seja você no
Programa de Estágio da TIM

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ÁREAS DE ATUAÇÃO

Sua carreira começa aqui

Audit

Assegurar a definição dos programas de auditoria, o desenvolvimento dos programas e a condução da fase de follow-up, bem como o monitoramento da execução do plano de melhorias.

Compliance

Assegurar a definição de políticas e modelos de conformidade, a avaliação dos processos da empresa com relação ao quadro normativo de competência, o suportemetodológico em temas de compliance e a operação do sistema de gestão anticorrupção e antissuborno, reportando-se funcionalmente à Direzione Compliance, do Grupo TelecomItalia.

Strategy

Assegurar, em alinhamento com o Grupo, a análise dos cenários competitivos e das tendências da indústria e do mercado, o planejamento estratégico e a condução dos projetos para a transformação da empresa. A função também assegura a definição e o monitoramento dos parâmetros de qualidade mensurada e percebida e das ações de melhoria da experiência do cliente, bem como o scouting das ações para inovação e o desenvolvimento de novos negócios, parcerias e alianças estratégicas em coordenação com o Grupo. A função assegura também a gestão dos serviços de mobile advertising, dos respectivos custo e receita, além de estabelecer parcerias para os serviços de publicidade móvel.

Business Support Officer

Assegurar os processos de aquisição, logística, gerenciamento dos imóveis e serviços a suporte do negócio e da eficiência empresarial, garantir a segurança e a tutela dos recursos materiais e imateriais da empresa e a gestão de antifraude.

CFO

Garantir os processos financeiros, administrativos, econômico-gerenciais e tributários.

Human Resources & Organization

Assegurar a definição e a condução das políticas relativas aos recursos humanos da companhia, através da evolução dos modelos organizacionais, planejamento da força de trabalho e desenvolvimento das competências necessárias à empresa, em coerência com as evoluções tecnológicas e desafios de negócio, bem como aos objetivos de eficiência e sustentabilidade. A função garante a condução dos programas de saúde e segurança do trabalho e meio ambiente, e o relacionamento com as organizações sindicais e stakeholders internos e externos de referência. Garante também as atividades de comunicação interna e de business partnership para gerenciar, com o compromisso dos responsáveis, os processos de evolução da cultura da companhia, em linha com os princípios de inclusão e valorização da contribuição de cada colaborador.

Legal

Assegurar a tutela e o suporte legal da Companhia, com exceção de temas tributários.

Regulatory

Elaborar e de representar a posição da empresa nas relações com as instituições públicas e associações, de assegurar a guarda das temáticas regulatórias e de políticas públicas e de garantir a comunicação institucional e de mercado com a mídia e com os formadores de opinião, bem como de coordenar as ações de responsabilidade social corporativa, de certificação dos sistemas de gestão, de sustentabilidade e de mudanças climáticas.

Chief Revenue Officer

Assegurar a margem operativa do cliente, protegendo e incrementado o seu valor e melhorando a sua experiência, com a maximização da receita, da rentabilidade e do market share, por meio da definição das ofertas, dos preços praticados, do plano de marketing e de publicidade e de gestão da marca, do go-to-market, da comercialização dos produtos e dos serviços e das atividades de suporte à comercialização, das atividades de pós vendas e de atendimento ao cliente.

Chief Technology Information Officer

Assegurar a inovação tecnológica, a evolução das redes e da tecnologia da informação para a sustentabilidade do processo de transformação digital. A função também garante os processos integrados de engenharia e desenvolvimento das infraestruturas tecnológicas, das plataformas e das aplicações informáticas e a relativa implementação e operações.

Sobre o programa

Nossos pilares
de diversidade

Em 2008, a TIM aderiu ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), que fornece diretrizes para a promoção do desenvolvimento sustentável e da cidadania, através de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras.

Desde então, reforçamos nossas políticas de não discriminação e temos investido cada vez mais em ações para valorização e inclusão da diversidade, visando a promoção dos direitos humanos, a equidade de oportunidades e a evolução da cultura inclusiva, em um ambiente de trabalho pautado no respeito.

Gênero

Raça

Gerações

Pessoas com
deficiência

LGBTI+

Fases do Processo Seletivo

100% digital

INSCRIÇÕES

2ª quinzena de Out.
à 2ª quinzena de Nov.

ASSESSMENTS ONLINE

2ª quinzena de Out.
à 2ª quinzena de Nov.

CYBER DG

1ª quinzena de Nov.
à 1ª quinzena de Nov.

BANCA COM GESTORES

2ª quinzena de Nov.
à 1ª quinzena de Dez.

ENTREVISTA FINAL

2ª quinzena de Nov.
à 1ª quinzena de Dez.

Benefícios

Bolsa auxílio
compatível
com o mercado

Assistência médica
e odontológica

Vale-refeição

Vale transporte

Smartphone funcional
com pacote
de dados ilimitado

Programa de Formação
e Desenvolvimento

Shadow Day
e Job Rotation

Folga no dia
do aniversário
Happy Day

Seguro de vida

Convênios TIM

Depoimentos

“As empresas precisam exigir menos qualificação e dar mais qualificação nos programas de estágio para que possam ser, realmente, inclusivos”.

Larissa começou cedo. Seu primeiro emprego foi aos 16 anos, em uma famosa rede de lanchonetes. Desde então, ela não parou mais. Jornalista formada pela UERJ, estagiou desde o segundo período para poder se manter na faculdade. Entrou na TIM em 2017, na área de Marketing, e foi efetivada antes mesmo de se formar, em julho de 2019. Uma jornada positiva, mas que não é próxima da realidade de grande parte dos jovens negros do Brasil. “Em muitos processos em que participei, ou eu era a única negra ou dava para contar nos dedos os negros na sala. Eu sempre ia com medo de que me desclassificassem sem nem abrir a boca por causa do tom da minha pele ou do meu tipo de cabelo”. Ela acredita que as minorias precisam ser consideradas nos espaços corporativos e defende processos seletivos mais inclusivos. “É preciso exigir menos qualificação e dar mais qualificação para que as pessoas possam se desenvolver. Só que antes disso, precisa mudar a cabeça de quem já está dentro das empresas. É necessário discutir diversidade, racismo, preconceitos e privilégios, principalmente com a liderança”.

Larissa Rodrigues Carvalho (26 anos) - Analista de Marketing VAS

“A expectativa em cima do candidato deve traçar o caminho contrário à qualificação: quanto mais ‘cru’, mais podemos acrescentar na vida profissional daquela pessoa”.

Matheus é formado em Relações Públicas e, depois de atuar em uma empresa de logística, petróleo e gás, entrou no mundo das telecomunicações e passou de estagiário a analista sênior em apenas cinco anos. Gay, ele conta que ainda não percebeu algum tipo de preconceito no ambiente profissional. Sua experiência positiva, no entanto, ainda pode ser considerada uma exceção. Segundo uma pesquisa realizada pelo LinkedIn em parceria com a Opinion Box, 35% dos profissionais LGBTI+ afirmam ter sofrido discriminação no emprego e mais da metade não se sente confortável em expor sua orientação sexual ou identidade de gênero no trabalho. “Acredito ser de uma geração LGBTQIA+ muito privilegiada, nascida em um tempo em que a nossa existência e presença nos lugares é menos chocante ou diferente do que fora há 20 ou 30 anos atrás. De qualquer forma, conheço pessoas que tem menos desenvoltura e conforto para viver abertamente sua orientação sexual no âmbito profissional”. Matheus considera que os programas de estágio ainda não são inclusivos e acredita que os pré-requisitos exigidos pelos recrutadores são a principal barreira. “Entendo que o estágio é a porta de entrada no mercado de trabalho e o olhar precisa ser individualizado, focado na diferença, na adversidade de cada candidato e deve levar em conta a realidade do país. A expectativa em cima do candidato deve traçar o caminho contrário à qualificação: quanto mais ‘cru’, mais podemos acrescentar na vida profissional daquela pessoa. Nesse sentido, acho incrível a mudança do programa de estágio da TIM. Pequenas mudanças que geram acesso mudam drasticamente a nossa sociedade”.

Matheus Serdeira (25 anos) - Analista Sênior de Advertising & Brand Management

“Por mais que eu não tivesse o melhor currículo dentre os participantes, a gestora da vaga viu a minha vontade e acreditou em mim. Hoje, 13 anos depois, somos pares”.

De estagiário à líder de uma equipe com 25 pessoas. É o sonho de carreira de muitos estudantes por aí, não? Antônio Oliveira Junior conseguiu traçar essa jornada, mas enfrentando dificuldades – infelizmente – comuns a muitos jovens negros de todo o Brasil. “Sou de família bem humilde, fui o primeiro a ter diploma universitário”, conta. Ele entrou no programa de estágio da TIM em 2007 e era o único negro no processo seletivo. “Havia nitidamente uma discrepância muito grande entre as oportunidades que os demais tinham vivenciado até então e as minhas. Quase todos destacavam intercâmbio, cursos extracurriculares, viagens, pontos que eu não tinha oportunidade de vivenciar. Isso me levou a achar que eu não teria chances”. Mas a chance veio e Antônio aproveitou da melhor forma. Tanto que foi efetivado assim que terminou a graduação e, 10 anos depois, se tornou gerente de uma das áreas do Jurídico da operadora. Para que outros tenham a mesma oportunidade, ele defende processos seletivos mais inclusivos. “Devem ser observados requisitos subjetivos e menos a bagagem teórica, até porque o principal objetivo é o aprendizado. No meu processo na TIM, por mais que eu não tivesse o melhor currículo dentre os participantes, a gestora da vaga viu a minha vontade e acreditou em mim. Hoje, 13 anos depois, somos pares”.

Antônio Oliveira Da Silva Junior (35 anos) - Gerente Jurídico

“Em muitos momentos da minha vida e carreira, fui a única mulher negra nos espaços a que tive acesso. Precisamos apoiar e fortalecer ações inclusivas e afirmativas”.

Apesar de ainda estar na universidade, Luana já tem o currículo recheado de passagens em grandes empresas e instituições. Começou como Jovem Aprendiz na Roche e estagiou no Ministério Público do Trabalho, na TV Globo e na Mills, até chegar à TIM, em 2019. Mesmo carregando uma boa bagagem profissional com apenas 23 anos, ela ainda precisa lidar o preconceito no mercado de trabalho e processos seletivos pouco (ou nada) inclusivos. “Em muitos momentos da minha vida, fui a única mulher negra nos espaços a que tive acesso, seja em processos seletivos, acadêmicos ou profissionais”, conta. Por isso, a estudante defende metas de inclusão nos programas de estágio ou trainee de grandes empresas. Ela acredita ainda que é preciso oferecer ferramentas para qualificar e desenvolver e não exigir qualificações, como inglês fluente, por exemplo. “É muito importante ainda preparar a organização e educar as pessoas sobre diversidade. Muitas empresas já estão se movimentando nesse sentido e me conforta ver que a TIM também está fazendo esse movimento tão urgente e necessário. Mais do que nunca, precisamos apoiar e fortalecer ações inclusivas e afirmativas, além de dar oportunidades e compartilhar iniciativas que vêm tentando incluir (e desenvolver) grupos historicamente minorizados”.

Luana Nery (23 anos) - Estagiária de Comunicação Interna

“Tenho amigas que são diretoras enquanto sou estagiária. Mas é preciso coragem para mudar de profissão”.

Rebeka se formou em Relações Internacionais em 2006, mas não estava satisfeita com os rumos da carreira e, em 2017, ingressou novamente na universidade, para cursar Administração. A participação em processos seletivos de programas de estágio era algo natural para a maior parte dos seus colegas de turma, mas lhe trazia muitas inseguranças. Os comentários sobre a sua idade e sobre o fato de ser mãe, por muitas vezes, a desestimularam. “Tive que lidar com perguntas do tipo ‘só este salário de estagiário é suficiente para você?’”, relata. Após dois anos na Infraero, Rebeka entrou na TIM, em 2019, e conta ter sido muito bem recebida. “Minha equipe sempre me respeitou. Temos conversas de igual para igual. Me respeitam como uma profissional e tenho certeza que a minha maturidade foi um diferencial”. Ela acredita que os processos seletivos de estágio precisam se adaptar à realidade brasileira. E defende o foco em soft skills (habilidades de inteligência emocional como engajamento, empatia, colaboração), deixando de lado exigências como fluência em línguas e experiência prévia, por exemplo. A estudante não se arrepende de ter recomeçado a sua carreira. “Tive que abrir mão de muitas coisas na vida, quando resolvi voltar a estudar. Abri mão de um apartamento próprio, viagens etc. Tenho amigas que são diretoras enquanto sou estagiária. Mas é preciso coragem para mudar de profissão. Tenho a consciência que tive que dar um passo atrás para seguir no rumo certo da minha vida”.

Rebeka de Oliveira Moura (36 anos) - Estagiária de Suporte a Vendas – Brasília

“Quebrar a ideia de normatividade de padrões e criar uma pluralidade de talentos internos é a chave para construir uma empresa que é o retrato de nossa sociedade – essa mistura linda e cores e jeitos”

No meio de uma pandemia e mesmo antes de terminar a graduação, uma surpresa: Juan acaba de ser efetivado na TIM, onde estagiava desde 2019. O estudante de jornalismo, que se forma no fim do ano, participa de processos seletivos desde o terceiro período da faculdade e já viu iniciativas inclusivas (e outras nem tanto). Ele acha que as empresas estão no caminho certo, mas ainda há muito para mudar: “Inclusão é tornar todos parte de um propósito, sem distinções de características pessoais. Acho que precisamos tornar ainda mais efetivo esse pensamento. Processos seletivos servem para dar oportunidades e descobrir talentos, sem nenhum preconceito. Quebrar a ideia de normatividade de padrões e criar uma pluralidade de talentos internos é a chave para construir uma empresa que é o retrato de nossa sociedade – essa mistura linda e cores e jeitos”, destaca.

Gay, Juan se sente um privilegiado por ser bem aceito em seu ambiente de trabalho e sabe que a realidade é diferente para outras pessoas da comunidade LGBTI+. Por isso, ele defende processos mais abrangentes de seleção: “Acho que o primeiro passo é reconhecer a necessidade de ser mais inclusivo. Depois, é abrir oportunidades. Um ótimo exercício a se fazer é olhar para nossa empresa e ver quem está ao nosso lado. Quantos não padrões existem no meu time? Quantos cargos de liderança são ocupados por essas figuras não padrões? Quando a resposta for baixa ou quase menor que 50%, acho que precisamos nos preocupar”.

Juan Gouveia (22 anos) - Analista de Trade Marketing

“Sou acolhida e sortuda por trabalhar em local onde minhas escolhas pessoais não interferem na forma como veem meu desempenho”

Estudante de jornalismo, Jessica está em seu primeiro estágio remunerado. Ingressou na TIM em março de 2019 e logo se sentiu parte da empresa. “Sempre respeitaram meu estilo. No início, achei que teria que seguir um padrão corporativo, mas com um mês de estágio coloquei trança e fui muito bem-recebida. Sou acolhida e sortuda por trabalhar em local onde minhas escolhas pessoais não interferem na forma como veem meu desempenho”. Ela acredita que a inclusão e a diversidade precisam estar explícitas também na comunicação dos programas de estágio. “Precisa ficar claro que todos são bem-vindos. Mostrar pessoas de todas as raças, cabelos coloridos etc”.

Jessica Mont’Alverne Pacheco Mello (24 anos) - Estagiária de Trade Marketing – Belém

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